|
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA |
CONCURSO PÚBLICO: FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS
| Dia: 07/09/98 | ||
4a PROVA: |
DIREITO | |
| Horário: 15h00min às 18h00min |
INSTRUÇÕES - LEIA COM ATENÇÃO
1. |
Para fazer a prova você usará: este caderno de prova com 7 (sete) folhas e um CARTÃO-RESPOSTA. |
2. |
Confira o seu número de inscrição e o seu nome que está indicado abaixo. Verifique, também, no CARTÃO-RESPOSTA o seu número de inscrição e o seu nome. |
3. |
Verifique se neste caderno faltam folhas, se a seqüência das questões, no total de 35 (trinta e cinco), está correta e se há imperfeições gráficas. Qualquer irregularidade comunique imediatamente ao fiscal. |
4. |
A interpretação das questões é parte integrante da prova, não sendo permitidas perguntas aos fiscais. Use os espaços e/ou páginas em branco para rascunho. Não destaque folhas da prova. |
5. |
Para cada questão são apresentadas 05 (cinco) alternativas diferentes de respostas (A, B, C, D e E). APENAS uma delas constitui a resposta CORRETA em relação ao enunciado da questão, independente da PROVA/TIPO. |
| Exemplo:
Suponha que a questão no 05 tenha a
resposta C. Veja como marcar essa resposta. |
05 |
A |
B |
C |
D |
E |
6. |
Durante a prova não será permitido que o candidato se comunique com outros candidatos, efetue empréstimos, use meios ilícitos ou pratique atos contra as NORMAS e a DISCIPLINA. A fraude, a indisciplina e o desrespeito aos fiscais são faltas que ELIMINAM O CANDIDATO. |
7. |
Não será permitido ao candidato portar qualquer aparelho eletrônico (telefone celular, pager, bip, bem como bolsas, livros, revistas e/ou similares). |
8. |
Ao terminar a prova, chame o fiscal mais próximo e devolva-lhe o seu CADERNO DE PROVA completo e o seu CARTÃO-RESPOSTA. |
9. |
Duração da prova: 3h00min, incluído o tempo destinado ao preenchimento do CARTÃO-RESPOSTA. |
No DE INSCRIÇÃO |
SETOR / GRUPO / ORDEM |
PROVA / TIPO 4 / A |
| NOME DO(A) CANDIDATO(A) | No DA IDENTIDADE |
DIREITO CONSTITUCIONAL
| 01) | Conforme
a Constituição vigente, a República Federativa do
Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados e
Municípios e do Distrito Federal, constituindo-se em
Estado democrático de direito e tem como fundamentos: a
soberania; a cidadania; a dignidade da pessoa humana; os
valores so- ciais do trabalho e da livre iniciativa; e |
| A.( ) | a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. |
| B.( ) | o pluralismo político. |
| C.( ) | a igualdade entre os Estados. |
| D.( ) | a garantia do desenvolvimento nacional. |
| E.( ) | a prevalência dos direitos humanos. |
| 02) | Ao estabelecer os Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, a Constituição da República Federativa do Brasil |
| A.( ) | permite a associação de caráter paramilitar. |
| B.( ) | assegura o direito de resposta não necessariamente na mesma proporção do agravo. |
| C.( ) | determina que a casa é asilo inviolável, sem qualquer ressalva ou exceção. |
| D.( ) | consagra a livre manifestação do pensamento e veda expressamente o anonimato. |
| E.( ) | dispõe que o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão é livre e independente de qualificação profissional que a lei estabelecer. |
| 03) | Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil, |
| A.( ) | as disponibilidades de caixa da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do poder público e das empresas por ele controladas, serão depositadas no Banco do Brasil, ressalvados os casos previstos em lei. |
| B.( ) | as disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco do Brasil; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do poder público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei. |
| C.( ) | as disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do poder público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei. |
| D.( ) | as disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco do Brasil; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do poder público e das empresas por ele controladas, no Banco Central, ressalvados os casos previstos em lei. |
| E.( ) | a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os órgãos ou entidades do poder público e das empresas por ele controladas, poderão sempre depositar suas disponibilidades de Caixa em qualquer instituição financeira, seja oficial ou não. |
| 04) | De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, |
| A.( ) | o projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia. |
| B.( ) | o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais serão estabelecidos por leis de iniciativa do Poder Legislativo. |
| C.( ) | a lei de diretrizes orçamentárias estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. |
| D.( ) | a lei orçamentária anual não compreenderá o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto. |
| E.( ) | a lei que instituir o plano plurianual conterá, de forma detalhada, o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público. |
| 05) | Ao tratar da Ordem Econômica e Financeira, a Constituição da República Federativa do Brasil |
| A.( ) | determina que a empresa pública, a sociedade de economia mista e outras entidades que explorem atividade econômica estejam sujeitas ao regime jurídico próprio das empresas privadas, exceto quanto às obrigações tributárias e trabalhistas. |
| B.( ) | permite que as sociedades de economia mista e as empresas públicas gozem de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado. |
| C.( ) | veda o tratamento favorecedor às empresas de pequeno porte que sejam constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. |
| D.( ) | impede que a lei estabeleça a responsabilidade da pessoa jurídica e a sujeite a qualquer punição em virtude de atos que praticar contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular, permitindo, no entanto, que a lei estabeleça unicamente a responsabilidade e a punição individual dos dirigentes da pessoa jurídica que pratique atos contrários à ordem econômica e financeira e à economia popular. |
| E.( ) | determina que o atendimento de requisição de documento ou informação de natureza comercial, feita por autoridade administrativa ou judiciária estrangeira, a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País dependerá de autorização do Poder competente. |
| 06) | Ao dispor sobre a Ordem Social, a Constituição da República Federativa do Brasil |
| A.( ) | veda, sem exceções, a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no Brasil. |
| B.( ) | não institui a gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. |
| C.( ) | permite a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos que prestem assistência à saúde. |
| D.( ) | determina que o não oferecimento do ensino obrigatório pelo poder público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente. |
| E.( ) | determina, no que concerne à seguridade social, que os benefícios e serviços às populações rurais devam ter prioridade sobre os benefícios e serviços às populações urbanas. |
| 07) | Conforme dispõe a Constituição da República Federativa do Brasil, |
| A.( ) | as condições para a participação do capital estrangeiro nas instituições financeiras serão dispostas na lei ordinária que regular o sistema financeiro nacional. |
| B.( ) | as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária são isentas somente de impostos federais, permitida a cobrança de impostos estaduais e municipais. |
| C.( ) | o decreto que declarar o imóvel como de interesse social para fins de reforma agrária, dispensará a União da propositura da ação de desapropriação. |
| D.( ) | os imóveis públicos podem ser adquiridos por usucapião. |
| E.( ) | o plano diretor, aprovado pela Câmara Municipal, obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana. |
DIREITO TRIBUTÁRIO
| 08) | A vedação da instituição de tributos sobre o patrimônio, renda ou serviços dos municípios, bem como sobre livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão, são, dentre outras, limitações do poder de tributar previstas |
| A.( ) | somente na Constituição Estadual. |
| B.( ) | somente na Constituição Federal. |
| C.( ) | tanto na Constituição Federal quanto na Constituição Estadual. |
| D.( ) | somente na Lei Complementar no 24, de 07 de janeiro de 1975. |
| E.( ) | somente na Lei Complementar no 87, de 13 de setembro de 1996. |
| 09) | Considere as seguintes afirmativas relativas a preceitos de direito tributário: |
I - |
A administração fazendária e seus servidores fiscais terão, dentro de suas áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores administrativos, nos termos da lei. |
II - |
As taxas não poderão ser cobradas em valor superior ao custo de seus fatos geradores. |
III - |
O Estado poderá instituir contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social. |
IV - |
Os Municípios não poderão instituir contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social. |
V - |
As contribuições do sistema estadual de previdência social não poderão ser cobradas no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que as instituiu ou aumentou. |
| Tendo em vista as disposições da Constituição do Estado de Santa Catarina, |
| A.( ) | somente as afirmativas II e III são verdadeiras. |
| B.( ) | somente as afirmativas I, II e III são verdadeiras. |
| C.( ) | somente as afirmativas II, III e V são verdadeiras. |
| D.( ) | todas as afirmativas são verdadeiras. |
| E.( ) | somente a afirmativa V é falsa. |
| 10) | Considere as seguintes afirmativas relativas às limitações constitucionais ao poder de tributar do Estado de Santa Catarina e de seus Municípios: |
I - |
É vedado exigir ou aumentar tributos sem lei que os estabeleça. |
II - |
É vedado cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes da lei que os houver instituído ou aumentado. |
III - |
É facultativa a cobrança de taxas no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que as instituiu ou aumentou. |
IV - |
É possível estabelecer diferença tributária entre bens em razão de sua procedência. |
V - |
O poder executivo poderá conceder isenção tributária não prevista em lei através de decreto desde que haja urgência e relevância. |
| Tendo em vista as disposições da Constituição do Estado de Santa Catarina, |
| A.( ) | somente as afirmativas I e II são verdadeiras. |
| B.( ) | somente as afirmativas I, II e V são verdadeiras. |
| C.( ) | somente a afirmativa IV é falsa. |
| D.( ) | somente a afirmativa II é verdadeira. |
| E.( ) | somente as afirmativas IV e V são falsas. |
| 11) | Em conformidade com as normas de interpretação e integração da legislação tributária previstas no Código Tributário Nacional, na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária, obedecida a ordem sucessiva estabelecida pelo código, |
| A.( ) | utilizará os princípios gerais de direito tributário, os princípios gerais de direito público, e a eqüidade, desde que desta última não resulte na dispensa de tributo devido, mas não poderá empregar a analogia em nenhum caso. |
| B.( ) | utilizará a analogia, desde que disto não resulte em exigência de tributo não previsto em lei, os princípios gerais de direito tributário, os princípios gerais de direito público, e a eqüidade, ainda que desta última resulte na dispensa de tributo devido. |
| C.( ) | utilizará a analogia, ainda que disto resulte em exigência de tributo não previsto em lei, os princípios gerais de direito tributário, os princípios gerais de direito público, e a eqüidade, desde que desta última não resulte na dispensa de tributo devido. |
| D.( ) | utilizará a analogia, desde que disto não resulte em exigência de tributo não previsto em lei, os princípios gerais de direito tributário, os princípios gerais de direito público, mas não poderá empregar a eqüidade em nenhum caso. |
| E.( ) | utilizará a analogia, desde que disto não resulte em exigência de tributo não previsto em lei, os princípios gerais de direito tributário, os princípios gerais de direito público, e a eqüidade, desde que desta última não resulte na dispensa de tributo devido. |
| 12) | Considere as seguintes afirmativas relativas à obrigação tributária: |
I - |
A obrigação tributária é principal ou secundária ou acessória. |
II - |
A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador. |
III - |
A obrigação principal tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se com o crédito dela decorrente. |
IV - |
A obrigação secundária tem por objeto o pagamento de tributo por sujeito passivo responsável, que sem revestir a condição de contribuinte, seja obrigado ao pagamento de tributo por disposição expressa de lei. |
V - |
A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. |
| Tendo em vista o contido no Código Tributário Nacional, |
| A.( ) | somente as afirmativas II e V são verdadeiras. |
| B.( ) | todas as afirmativas são verdadeiras. |
| C.( ) | somente as afirmativas I, III e IV são verdadeiras. |
| D.( ) | somente as afirmativas II, III e V são verdadeiras. |
| E.( ) | somente as afirmativas III e V são verdadeiras. |
| 13) | Em conformidade com o Código Tributário Nacional, os atos e negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados, para caracterização da ocorrência do fato gerador de tributo sobre eles incidentes, |
| A.( ) | desde o momento do implemento da condição quando esta for resolutória. |
| B.( ) | desde o momento do implemento da condição quando esta for suspensiva. |
| C.( ) | desde
o momento da prática do ato ou da celebração do
negócio, quando a condição for suspen- siva. |
| D.( ) | desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio, tanto para os casos de condição suspensiva quanto para condição resolutória. |
| E.( ) | somente quando implementar-se a condição, tanto quando for suspensiva, quanto quando for resolutória. |
| 14) | Considere as seguintes afirmativas quanto aos sujeitos da obrigação tributária: |
I - |
Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir o seu cumprimento. |
II - |
Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. |
III - |
O sujeito passivo da obrigação principal diz-se contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador. |
IV - |
O sujeito passivo da obrigação principal diz-se responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. |
V - |
Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam seu objeto. |
VI - |
Salvo disposições de lei em contrário, a Fazenda Pública está obrigada a respeitar cláusulas de contratos particulares relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos, alterando a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. |
| Tendo em vista o disposto no Código Tributário Nacional, |
| A.( ) | somente as afirmativas II, IV e VI são falsas. |
| B.( ) | somente a afirmativa IV é falsa. |
| C.( ) | somente a afirmativa VI é falsa. |
| D.( ) | somente as afirmativas III, V e VI são falsas. |
| E.( ) | somente as afirmativas I, II e VI são falsas. |
| 15) | Considere as seguintes afirmativas a respeito do lançamento: |
I - |
Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento. |
II - |
O lançamento tem por objetivo, dentre outros, verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente. |
III - |
O lançamento tem por objetivo, dentre outros, determinar a matéria tributável. |
IV - |
O lançamento tem por objetivo, dentre outros, calcular o montante do tributo devido. |
V - |
O lançamento tem por objetivo, dentre outros, identificar o sujeito passivo. |
VI - |
O lançamento tem por objetivo, dentre outros, propor a aplicação da penalidade cabível, quando for o caso. |
| Em conformidade com o Código Tributário Nacional, |
| A.( ) | todas as afirmativas são verdadeiras. |
| B.( ) | somente as afirmativas I, IV e VI são falsas. |
| C.( ) | somente as afirmativas I, III e VI são falsas. |
| D.( ) | somente as afirmativas V e VI são falsas. |
| E.( ) | somente as afirmativas I, II e VI são falsas. |
| 16) | Em conformidade com a Lei Complementar no 87, de 13 de setembro de 1996, |
| A.( ) | lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário, a qualquer título, a responsabilidade pelo seu pagamento, porém a adoção do regime de substituição tributária dependerá de convênio específico celebrado pelas Unidades da Federação. |
| B.( ) | lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário, a qualquer título, a responsabilidade pelo seu pagamento, porém a adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de autorização do Senado Federal. |
| C.( ) | lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário, a qualquer título, a responsabilidade pelo seu pagamento, porém a adoção do regime de substituição tributária em operações internas dependerá de autorização do Senado Federal. |
| D.( ) | lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário, a qualquer título, a responsabilidade pelo seu pagamento, porém a adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. |
| E.( ) | lei estadual poderá atribuir, somente a contribuinte do imposto, a responsabilidade pelo seu pagamento, hipótese em que o contribuinte assumirá a condição de substituto tributário, porém a adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. |
| 17) | Considere as seguintes afirmativas relativas à apuração e liquidação do imposto: |
I - |
O período de apuração do imposto não poderá ser superior a um (01) mês. |
II - |
A legislação tributária estadual disporá sobre o período de apuração do imposto. |
III - |
As obrigações consideram-se vencidas trinta (30) dias após a data em que termina o período de apuração. |
IV - |
As obrigações são liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro. |
V - |
Para efeitos de compensação, deve ser levado em conta o conjunto dos débitos e créditos de todos os estabelecimentos do sujeito passivo, cabendo à lei estadual disciplinar os critérios de definição do estabelecimento centralizador. |
| De acordo com a Lei Complementar no 87, de 13 de setembro de 1996, |
| A.( ) | somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. |
| B.( ) | somente as afirmativas II e IV são verdadeiras. |
| C.( ) | somente as afirmativas II e V são verdadeiras. |
| D.( ) | somente as afirmativas I e III são verdadeiras. |
| E.( ) | somente a afirmativa V é falsa. |
| 18) | Conforme disposto no artigo 24 da Lei Complementar no 87, de 13 de setembro de 1996, após a apuração do imposto, se o montante dos débitos do período superar o dos créditos, a diferença será: |
| A.( ) | transportada para o período seguinte. |
| B.( ) | liquidada no prazo fixado pelo Estado, que não poderá ser superior a sessenta (60) dias. |
| C.( ) | liquidada dentro do prazo fixado pelo Estado. |
| D.( ) | liquidada no prazo de trinta (30) dias. |
| E.( ) | liquidada no prazo de trinta (30) dias ou transferida a outro contribuinte no mesmo Estado mediante a emissão pela autoridade competente de documento que autorize a transferência. |
| 19) | Dentre os institutos, para cuja concessão ou revogação, exige a Lei Complementar no 24, de 7 de janeiro de 1975, a celebração de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, não está(ão) compreendida(s) a(s) |
| A.( ) | concessão de créditos presumidos. |
| B.( ) | redução da base de cálculo. |
| C.( ) | devolução parcial do tributo a responsável. |
| D.( ) | isenções do tributo. |
| E.( ) | substituição tributária. |
| 20) | Para uma reunião foram regularmente convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal tendo sido legalmente aprovados três (03) Convênios concedendo benefícios fiscais relativos ao ICMS: Convênio I, Convênio II e Convênio III. Todos os convênios foram publicados na forma da lei no Diário Oficial da União. Dentro do prazo legal, o Convênio I foi ratificado através de publicação de decreto dos Poderes Executivos de 7 Estados, tendo os demais Estados e o Distrito Federal deixado de manifestar-se a respeito. Ainda no prazo legal, o Convênio II foi rejeitado através de publicação de decreto de 3 Estados e do Distrito Federal, tendo os demais Estados silenciado a respeito. Quanto ao Convênio III, não houve nenhuma publicação de decreto de ratificação ou rejeição por parte dos Estados e do Distrito Federal. À luz do disposto na Lei complementar no 24, de 7 de janeiro de 1975, podemos afirmar que |
| A.( ) | o Convênio I foi ratificado, o Convênio II foi rejeitado e o Convênio III foi ratificado. |
| B.( ) | o Convênio I foi ratificado e os Convênios II e III foram rejeitados. |
| C.( ) | os três Convênios foram rejeitados. |
| D.( ) | o Convênio I obriga apenas os 7 Estados que o ratificaram e os Convênios II e III foram rejeitados. |
| E.( ) | o Convênio I foi ratificado, o Convênio II desobriga apenas o Distrito Federal e os 3 Estados que o rejeitaram, e o Convênio III foi ratificado. |
| 21) | Tendo em vista o conteúdo da Lei Complementar no 24, de 7 de janeiro de 1975, podemos afirmar que, com relação aos convênios celebrados entre as Unidades da Federação com o objetivo de conceder ou revogar benefícios relativos ao ICMS, NÃO é verdadeira a afirmação de que |
| A.( ) | os convênios serão celebrados em reuniões para as quais tenham sido convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes do Governo Federal. |
| B.( ) | as reuniões para a celebração de convênios se realizarão com a presença de representantes da maioria das Unidades da Federação. |
| C.( ) | a concessão de benefícios dependerá sempre da aprovação de quatro quintos, pelo menos, dos representados presentes. |
| D.( ) | os convênios podem dispor que a aplicação de qualquer de suas cláusulas seja limitada a uma ou algumas Unidades da Federação. |
| E.( ) | os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação, inclusive as que regularmente convocadas, não se tenham feito representar na reunião. |
DIREITO COMERCIAL
| 22) | Entre os explicitamente proibidos de comerciar, conforme o Código Comercial Brasileiro, encontram-se |
| A.( ) | os que não tenham prática habitual de comércio. |
| B.( ) | os menores legitimamente emancipados. |
| C.( ) | os filhos-famílias que tiverem mais de dezoito anos de idade, com autorização dos pais, provada por escritura pública. |
| D.( ) | os falidos, enquanto não forem legalmente reabilitados. |
| E.( ) | os oficiais militares reformados. |
| 23) | O Código Comercial Brasileiro determina que a exibição judicial dos livros de escrituração comercial, por inteiro, ou de balanços gerais de qualquer casa de comércio pode ser ordenada |
| A.( ) | exclusivamente nos casos de sucessão e quebra. |
| B.( ) | somente em questões de sucessão, comunhão ou sociedade, administração ou gestão mercantil por conta de outrem e em caso de quebra. |
| C.( ) | unicamente em caso de comunhão ou sociedade. |
| D.( ) | somente em caso de administração ou gestão mercantil por conta de outrem. |
| E.( ) | em questões de sucessão, comunhão ou sociedade, administração ou gestão mercantil por conta de outrem, mas não em caso de quebra. |
| 24) | O escambo mercantil é definido pelo Código Comercial Brasileiro como |
| A.( ) | o contrato que opera ao mesmo tempo a obrigação de uma parte dar à outra, por determinado tempo e preço certo, tanto o uso de alguma coisa quanto o uso do seu trabalho. |
| B.( ) | o contrato pelo qual uma das partes se obriga a dar à outra, por determinado tempo e preço certo, o uso de alguma coisa ou do seu trabalho. |
| C.( ) | o contrato pelo qual uma das partes se obriga a dar à outra, por determinado tempo e preço certo, o gozo de alguma coisa ou o uso do seu trabalho. |
| D.( ) | o contrato que opera ao mesmo tempo duas verdadeiras vendas, desde que não servindo as coisas trocadas de preço e de compensação recíproca. |
| E.( ) | o contrato que opera ao mesmo tempo duas verdadeiras vendas, servindo as coisas trocadas de preço e compensação recíproca. |
| 25) | Ao estabelecer as disposições gerais sobre as companhias e sociedades comerciais, o Código Comercial Brasileiro |
| A.( ) | dispõe que é da essência das companhias e sociedades comerciais que o objeto e fim a que se propõem seja lícito, e que cada um dos sócios contribua para o seu capital com alguma quota, ou esta consista em dinheiro ou em efeitos e qualquer sorte de bens, ou em trabalho ou indústria. |
| B.( ) | considera válida a sociedade ou companhia em que se estipular que a totalidade dos lucros pertença a um só dos associados. |
| C.( ) | obriga que o contrato de toda associação mercantil determine explicitamente a época em que um sócio pode examinar a escrituração e a correspondência da sociedade. |
| D.( ) | dispensa os sócios administradores ou gerentes de dar contas justificadas da sua administração aos outros sócios. |
| E.( ) | dispõe que é da essência das companhias e sociedades comerciais que o objeto e fim a que se propõem seja lícito, e que cada um dos sócios contribua para o seu capital com alguma quota, que deverá consistir em dinheiro ou bens imóveis unicamente. |
| 26) | A norma jurídica que regula a constituição de sociedades por quotas de responsabilidade limitada (Decreto no 3.708, de 10 de janeiro de 1919), entre seus dispositivos, |
| A.( ) | isenta de responsabilidade criminal o sócio que usar indevidamente da firma social ou dela abusar, mas estabelece o cabimento da ação de perdas e danos contra o referido sócio. |
| B.( ) | permite que nas sociedades por quotas de responsabilidade limitada haja sócios de indústria. |
| C.( ) | determina que os sócios-gerentes ou que derem o nome à firma não respondem pessoalmente pelas obrigações contraídas em nome da sociedade, mas respondem para com esta e para com terceiros solidária e ilimitadamente pelo excesso de mandato e pelos atos praticados com violação do contrato ou da lei. |
| D.( ) | determina que o contrato social contenha cláusula obrigatória da caução a ser prestada pelo sócio-gerente. |
| E.( ) | estabelece que, mesmo quando omitida a palavra limitada seguida à firma ou denominação social das sociedades por quotas de responsabilidade limitada, os sócios-gerentes e os que fizerem uso da firma social responderão unicamente pelo valor correspondente ao das suas cotas. |
| 27) | A Lei no 6.404/1976 que dispõe sobre as sociedades por ações, denomina a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar sociedade nova, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações, como |
| A.( ) | coalizão. |
| B.( ) | transformação. |
| C.( ) | incorporação. |
| D.( ) | fusão. |
| E.( ) | cisão. |
| 28) | Conforme o ordenamento jurídico pátrio que disciplina a falência, esta não será declarada se a pessoa contra quem for requerida provar |
| A.( ) | pagamento da dívida, desde que antes do protesto do título, e independentemente de quando foi requerida a falência. |
| B.( ) | pagamento da dívida, embora depois do protesto do título, mas antes de requerida a falência. |
| C.( ) | requerimento de concordata preventiva ainda que posterior à citação. |
| D.( ) | cessação do exercício do comércio há um ano, mediante testemunhos idôneos prestados por comerciantes, os quais prevalecerão sobre qualquer outra prova. |
| E.( ) | que, no prazo legal máximo de 06 ( seis) meses, liquidará e partilhará o seu ativo. |
DIREITO ADMINISTRATIVO
| 29) | O princípio da legalidade, no Direito Administrativo, explicita a subordinação da atividade administrativa à lei e surge |
| A.( ) | como decorrência natural da indisponibilidade do interesse público. |
| B.( ) | da disponibilidade do interesse público. |
| C.( ) | da obrigatoriedade do desempenho da atividade pública, como dever da Administração. |
| D.( ) | como decorrência do controle externo do ato administrativo. |
| E.( ) | por força da isonomia dos administrados perante as políticas públicas. |
| 30) | Entre os requisitos do ato administrativo há um que diz respeito ao poder legal para praticá-lo. Este requisito diz respeito à(ao) |
| A.( ) | objeto. |
| B.( ) | finalidade. |
| C.( ) | forma. |
| D.( ) | motivo. |
| E.( ) | competência. |
| 31) | Os atos administrativos que se destinam a dar andamento aos processos e papéis que tramitam pelas repartições públicas, preparando-os para a decisão da autoridade administrativa são atos |
| A.( ) | de império. |
| B.( ) | de gestão. |
| C.( ) | de expediente. |
| D.( ) | internos. |
| E.( ) | vinculados. |
| 32) | A causa justificadora da inexecução do contrato administrativo, decorrente, por exemplo, da falta de desapropriação necessária do terreno onde deveria ser realizada a obra, chama-se |
| A.( ) | fato do príncipe. |
| B.( ) | fato da Administração. |
| C.( ) | interferências imprevistas. |
| D.( ) | responsabilidade administrativa. |
| E.( ) | responsabilidade civil. |
| 33) | A rescisão do contrato administrativo decorrente de fato legal, regulamentar ou contratualmente previsto como extintivo do contrato, chama-se rescisão |
| A.( ) | por decisão judicial. |
| B.( ) | administrativa. |
| C.( ) | amigável. |
| D.( ) | de pleno direito. |
| E.( ) | por fato do príncipe. |
| 34) | O controle que a Secretaria de Estado exerce sobre uma autarquia a ela vinculada é |
| A.( ) | interno. |
| B.( ) | hierárquico. |
| C.( ) | pleno e ilimitado. |
| D.( ) | judicial. |
| E.( ) | finalístico. |
| 35) | Na conformidade do ordenamento jurídico-administrativo brasileiro, |
| A.( ) | somente por lei específica poderá ser criada uma sociedade de economia mista. |
| B.( ) | a vedação de acumulação remunerada de cargos públicos não atinge os servidores das sociedades de economia mista, pois a sua estrutura é privada. |
| C.( ) | a autarquia não depende de autorização legislativa para criar subsidiárias e para participar de empresa privada. |
| D.( ) | as reclamações relativas à prestação de serviços públicos serão disciplinadas por lei baixada pelo Serviço de Proteção ao Consumidor. |
| E.( ) | as pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos não responderão pelos danos que seus agentes, nesta qualidade, causarem a terceiros, pois não se confundem com o Poder Público que as contratou. |